quarta-feira, 1 de julho de 2009

ATUALIDADES PROBLEMAS AMBIENTAIS, CONFLITOS E ÁREAS DE TENSÃO

Slid de geografia

Regiões geográficas do Brasil

Rede Urbana do Brasil

Relevo e Vegetação do Brasil

A geografia



Geografia

A geografia estuda o espaço em que vivemos, relacionando o homem com a natureza. Através dela, podemos compreender o que ocorre no mundo desde a política até o meio ambiente, além de auxiliar na formação de cidadãos conscientes.


“A geografia é uma das ciências humanas que tem por objetivo o estudo do espaço natural, é concebida também como o estudo da superfície terrestre e a distribuição espacial de fenômenos geográficos, frutos da relação recíproca entre homem e meio ambiente (ecologia), mas também pode ser uma prática humana de conhecer o espaço onde se vive, para planejar onde se vive”.


Infelizmente a disciplina Geografia não é tratada como uma matéria importante nas escolas, pois o que se observa é que seus períodos/tempos no turno escolar não passam de três semanas, em grande parte das escolas. Mas, se a geografia é tão importante, porque não é tratada como tal nas escolas? Um dos motivos que encontrei, foi quando a geografia era tratada nas escolas como uma disciplina da decoreba, onde se decorava as capitais de países, Estado e acidentes geográficos, e o livro didático era o principal auxílio dentro de uma sala de aula, quando como por exemplo, o professor (a) entrava na sala de aula e dizia: - Abram o livro na página 189, leiam o texto e respondam a todas as perguntas. E isto era até o sinal tocar.
Atualmente esta idéia de Geografia Tradicional esta mudando, mas o problema é que as escolas não valorizam isso.

Os professores que estão se formando nos dias de hoje, estão trazendo uma nova proposta de geografia, utilizando-se da prática para despertar a atenção dos alunos, realizando trabalhos a campo, pois conforme o geógrafo Pierre Monbeig, em 1936, apregoava que “as excursões constituem um valioso auxílio e devem ser aproveitadas e aplicadas com o objetivo definido, geográfico, afim de que não redundem em simples passeio ou viagem de turismo”, ou seja, os trabalhos a campo devem ter um projeto, com objetivos claros, para que não sejam interpretados como passeios com a turma sem uma finalidade. Devem ser utilizados também mapas, globos, a tecnologia como pesquisa na internet e construção de blogs com os alunos.

No ramo da geografia existem muitas técnicas que podem ser utilizadas em sala de aula para despertar a atenção dos alunos, basta o professor também se interessar e ir atrás delas. Para ser ter uma boa aula, não se pode esperar só pelo professor ou pelo aluno, ambas as partes devem ter um interesse, mas é claro que este, deve começar pelo professor.


Alguns Livros de um dos maiores geógrafos do Brasil:













Milton Santos

A cidade nos países subdesenvolvidos. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira S.A., 1965.

Por uma Geografia nova. São Paulo: Hucitec-Edusp, 1978.

Pobreza urbana. São Paulo/Recife: Hucitec/UFPE/CNPV, 1978.

O meio técnico-científico e a redefinição da urbanização brasileira. Projeto de pesquisa apresentado ao CNPq, 1986 (datilografado).

Por uma outra globalização - do pensamento único a consciência universal. São Paulo: Editora Record, 2000.

Técnica, espaço, tempo. São Paulo: Editora Hucitec, 1994.





Embora pouco conhecido fora do meio acadêmico, Santos foi o geógrafo brasileiro que maior reconhecimento alcançou fora do país, tendo recebido, em 1994, o Prêmio Vautrin Lud, considerado o "Nobel" da geografia (este prêmio é conferido por universidades de 50 países).
Milton Santos foi dos poucos cientistas brasileiros que, expulsos durante a ditadura militar (naquilo que foi conhecido por "êxodo de cérebros"), voltaram depois ao país. Seu "passe" foi disputado por diversas universidades, que o queriam em seus quadros.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Dica sobre o BrOffice.



GALERIA DE IMAGENS:
Para acessar a galera de Imagens do BrOffice.org clique em
Ferramentas>Gallery/Galeria
Depois é só clicar na figura que desejar e arrastar para o texto.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Pensem nisto!!!

Pensem que ha doi lados em tudo o que existe!!

Tecnologia é tudo!!

A tecnologia liga o mundo todo, nos faz ficar ligado a tudo o que ocorre em qualquer lugar no mundo, nos obriga a ficar informado, a obter conhecimento de coisas que estão distantes de nós. A tecnologia faz com que a sociedade evolua, nos faz ficar alieado a ela, sem ela não podemos mais sobreviver, dependemos dela para tudo, até para nos comunicar!! Futuramente não precisaremos mais nem pensar, pois terão computadores mais inteligentes que a raça humana. Para que a tecnologia não nos domine, será necessário que os humanos evoluam mais que ela, teremos que nos exigir ainda mais e obter mais conhecimento sobte tudo, ter dominio em um único ramo, não será o bastante.
Segue o link do vídeo "você sabia?".

Bugio x homem

A febre amarela no Estado do RS, tem causado por culpa de alguns ignorantes, a matança de animais indefesos, os Bugios, o animal símbolo do RS. É graças ao Bugio que sabemos se estamos sendo ameaçados ou não pela Febre Amarela, pois se encontramos um deles morto, esse pode ser o aviso de que a Febre A. esta por perto. E se todos os Bugios indefesos são extintos, como saberemos que estamos próximos a essa doença, quando algum "bixo humano" morrer?
Pensem nisso!!!
O link abaixo tem um vídeo sobre este tema.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Span é um *&$%#@*

Fazer spam é enviar mensagens por e-mail para dezenas de pessoas, listas ou newsgroups, não importando o assunto da lista, ou o interesse das pessoas destinatárias das mensagens.
A prática de "spamming" não é um mero fator de aborrecimento para os internautas, pois chega a ser prejudicial: ao espalhar mensagens em diversos pontos de distribuição, muitas pessoas de uma mesma rede podem receber várias cópias, causando a sobrecarga das caixas de e-mail, entre outros transtornos.
Ao receber mensagens com alertas sobre vírus, correntes de qualquer tipo, histórias estranhas, não passe adiante. Comente com amigos que já tenham mais experiência, com o suporte de seu provedor, ou responsáveis pelo equipamento utilizado.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Interconexão RS 389, RSC 101, RS 030 E BR 290

Daiane da Silva Belloli
Faculdade de Osório-RS
Licenciatura em Geografia
Monografia - Pesquisa
Orientador: Ricardo Menegotto
2008/2

RESUMO

O objetivo desta pesquisa foi o de analisar os benefícios e os problemas que a interconexão RS 389, RSC 101, RS 030 e BR 290, causou ou causará no município de Osório, tendo como tema a construção deste acesso. A metodologia utilizada foi principalmente às entrevistas que foram realizadas com os comerciantes, órgãos públicos e privados responsáveis e a população que possui residência nas áreas afetadas, como também a utilização de bibliografias e sites que se encontram nas referências bibliográficas, e além do que já foi citado, foram feitas também observações, como estudos a campo. O resultado foi inesperado, pois se tinha a idéia de que o acesso traria mais problemas do que benefícios, mas foram encontrados mais aspectos positivos do que negativos.

Palavras-chave: Interconexão, estabelecimentos comerciais, população.


ABSTRACT

The objective of this research was to analyze the benefits and the problems that interconnection RS 389, RSC 101, RS 030 and BR 290, caused or will cause in the city of Osório, having as subject the construction of this access. The used methodology was mainly to the public and private interviews that had been carried through with the traders, responsible agencies and the population whom residence in the affected areas possesss as well as, the bibliography use and sites that if find in the bibliographical references, and beyond what already it was cited, comments had been made also, as studies the field. The result was unexpected, therefore the idea of that was had the access would bring more problems of what benefits, but had been found more positive aspects of what negative.

Word-key: Interconnection, Commercial establishments, population.


INTRODUÇÃO

Foto 02 Placa da construção da Interconexão
A presente pesquisa tem o objetivo de analisar os problemas e benefícios que a Interconexão RS 389, RSC 101, RS 030 e BR 290, poderá trazer ao município de Osório, visando a situação dos estabelecimentos comerciais encontrados às margens da RS 030, a dos moradores da região e também, tendo uma visão do meio degradado.
A realização desta monografia justifica-se pela dúvida que este acesso traz ao ser construído, pois sua realização desenvolverá aspectos negativos como também positivos para o município de Osório, sendo que estes aspectos foram discutidos no decorrer desta pesquisa.
Esta pesquisa foi realizada através de estudos á campo, para uma análise mais profunda do caso, como também teve a utilização de levantamentos bibliográficos, entrevistas com pessoas envolvidas. Em relação aos objetivos é exploratória, conforme Gil (2007) e o método de abordagem é o dialético segundo Andrade (2003).
A interconexão foi anunciada pela Governadora Yeda Crusius no dia 28 de Fevereiro de 2008, com previsão de entrega da obra em Agosto, quando foi realizada a inauguração no dia 28 de Agosto de 2008, sendo que, para cumprir com sua promessa, a concessionária Univias, teve de apressar o fim da obra. Foram pavimentados e sinalizados 3,1 quilômetros e construído uma alça de acesso à BR 290 e uma rótula na intersecção da RS 030 com a RSC 101, que é a continuação estadual da BR 101 que ligam Osório, Capivari do Sul, Mostardas a Tavares. O acesso foi realizado com recursos do Pólo Metropolitano, administrados pela Metrovias que é a concessionária responsável pelo pólo rodoviário metropolitano que também contratou a Construtora RIBAS para a construção. Ao todo, foram aplicados R$ 2,7 milhões nos serviços, que incluíram melhorias na conexão entre a RS-389 e a RSC-101, com execução de pavimentação, sinalização horizontal e vertical e instalação de defensas, terraplenagem, drenagem, pavimentação e sinalização vertical e horizontal, em uma extensão de três quilômetros da RSC-101.
Este acesso tem como objetivo, desafogar o tráfego e facilitar o retorno dos veranistas do Litoral Norte do Rio Grande do Sul, pois antes quem deixava da Estrada do Mar – RS 389, só contava com a RS 030 para acessar a Freeway – BR 290 e seguir até Porto Alegre e regiões, gerando engarrafamentos. Atualmente com o Acesso, é possível prosseguir pela Estrada do Mar até a RSC 101, onde há uma rótula, acessando a interconexão e logo após o anel viário, se ligando a Freeway, tendo assim duas possibilidades de acesso, dividindo o tráfego.
Em relação aos estabelecimentos comerciais do município de Osório, que se localizam a margem da RS 030, acredita-se que haverá uma queda no movimento de clientes, pois o fluxo de veículos se distribuirá pelos dois acessos, fazendo com que o número de clientes diminua consideravelmente, podendo gerar diminuição no quadro de funcionários e fechamento de comércios. Entretanto, a interconexão poderá trazer desenvolvimento para uma outra região da cidade, considerada área rural, onde poderão surgir novos estabelecimentos e valorização de terras, como também, fazer com que o turismo se desenvolva, já que o acesso passa próximo a Lagoa dos Barros e por dentro do Parque Eólico, tendo um Paradouro com estacionamentos e bancos.
O acesso trará facilidades para a população que se localiza na RSC 101 e RS 389, onde ocorreu a melhoria, mas também trará mudanças para os moradores do Bairro Laranjeiras, onde um anel viário e uma rótula foram construídos, pois há relatos de que já ocorreram acidentes, inundações e desmoronamento de muros residenciais no local, devido as obras de melhorias.


RODOVIAS NO CONTEXTO HISTÓRICO

O Brasil possui um imenso território, e para que tenha integração, desenvolvimento econômico e social, o principal são suas rodovias.
A colonização no Brasil foi concentrada nos litorais e eram distantes entre si, tendo comunicação através do mar por navegações costeiras. Isto porque até o final do séc XIX o Brasil era dividido em arquipélagos econômicos. Esta situação continuou após a independência, pois o país ainda dependia do comércio exterior. Com os bandeirantes em busca de gado e escoamento dos produtos das minas, os caminhos para o interior começaram a ser aberto. Tendo a partir de então o desenvolvimento das vias de comunicação.
Com a produção de café vieram às ferrovias facilitando o escoamento, mais precisamente em 1854, ligando Petrópolis a Praia de Estrela, no Rio de Janeiro. Estas ferrovias ligam as regiões ao litoral, onde estão os portos para a exportação. Ao modo que as ferrovias se desenvolviam, faziam as cidades a sua volta se desenvolver também, além da fazer surgir cidades no interior dos Estados.
Com a industrialização a necessidade de transportar as mercadorias, fez com que novas estradas de ferro surgissem e junto bairros operários próximos às estações principais.
Em 1950 ainda havia implantação de ferrovias. Entretanto, nesta época as rodovias já começam a substituí-las, embora as ferrovias oferecessem tarifas e preços mais baixos. Isso ocorreu devido o Brasil ter optado pela modernização de sua economia, que trouxe o desenvolvimento tecnológico da produção de carros, mesmo sendo dependente da importação de petróleo. Mas isso ocorreu devido à pressão das multinacionais, que tinham o objetivo de aumentar o mercado do Brasil e introduzir o automóvel no consumo brasileiro.
A implantação das indústrias automobilísticas em 1956 em São Paulo, não só concretizou como também decidiu a preferência pelo transporte rodoviário, mesmo sendo mais caro. Com isso as ferrovias foram sendo desativadas e as manutenções deixadas de lado e as rodovias sendo construídas por todo Brasil, ligando todas as regiões. As ferrovias ainda são utilizadas exercendo um papel importante no transporte de mercadorias, principalmente de carga pesada.
Como resultado da implantação de rodovias em sua maioria no Centro-Sul, o país passa por problemas, como não ter uma rede rodoviária totalmente integrada, a falta de manutenção que assola o Brasil desde a década de 80, o elevado preço dos fretes, das passagens e combustíveis. Esses problemas se agravam quando se observa a falta de rede ferroviária e hidroviária, mas por todavia, as rodovias fazem com que o Brasil tenha um escoamento da produção, facilidades na ocupação de novas terras produtivas, leva a população aos bens de consumo produzido, promove a integração da população, intercambiando hábitos e culturas e consolida o país, mesmo que o transporte ferroviário seja o mais barato.
O Brasil possui uma deficiência muito grande na sua infra-estrutura rodoviária, devido à má conservação e aos congestionamentos. Cerca de 80% das rodovias brasileiras são classificadas como deficientes, ruins ou péssimas, sendo que 63% do transporte das produções e 90% do transporte de pessoas são feitos por rodovias. Portanto, isso mostra que é urgente e necessária à recuperação, manutenção e construção de rodovias. O país tem hoje dois problemas simultâneos a resolver no seu sistema rodoviário. Um é a insuficiência de rodovias pavimentadas em relação às dimensões e necessidades e o outro é o mau estado de grande parte das estradas.
Segundo Moacyr Servilha Duarte, presidente da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR)
“Uma vez que não existem condições objetivas no Brasil, como no restante do mundo, nem para a adequada manutenção nem para a ampliação e modernização dos sistemas rodoviários apenas com recursos tributários, o caminho para superar o desafio de melhorar e aumentar essa infra-estrutura rodoviária passa naturalmente por uma combinação de alternativas: concessões, Parcerias Público-Privadas (PPPs) e investimento público direto”
Infelizmente o que ocorre no Brasil são as concessões e parcerias públicas-privadas, pois os impostos que são pagos para que todos tenham direito de trafegar em rodovias com infra-estrutura completa sem ter que pagar pedágio, não é o bastante ou é utilizado para outros fins, mas a saída que resta ao país, para que se possa rodar por rodovias bem estruturadas, é o pedágio.
A evolução da rede de transportes no Rio Grande do Sul tem sua causa e conseqüência nos movimentos econômicos históricos, como, ser caracterizado como um Estado fornecedor de matéria-prima e o surgimento da indústria que começou com o charque e o artesanato. Estes movimentos econômicos fizeram com que a rede de transportes acompanhasse a distribuição física do processo de desenvolvimento do Estado, mas a proximidade com os países do Prata também caracterizou essa evolução da rede de transportes.
Como primeira forma de deslocamento, o Rio Grande do Sul tem as redes ferroviárias, que espalhou em todo país no séc. XIX, como também a rede hidroviária, e a partir do séc. XX o Estado, adota o sistema aeroviário e principalmente o rodoviário.
Mas como o Brasil, o Estado não possui uma malha rodoviária em ótimo estado. Em 1995, conforme o anuário estatístico do GEIPOT-1995 (Estudos em Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes – extinto em 2008) a densidade, ou seja, o km de rodovia pavimentada por 1.000km² de área territorial, era de 31,6 km, muito baixa para um Estado que utiliza quase que 90% das rodovias para o transporte de produção e pessoas. Mas isso se deve as suas características regionais de produção e ocupação do solo. A preocupação dos órgãos responsáveis e do Estado foi de ligar os principais pólos de produção do Estado, construindo corredores rodoviários e esquecendo do resto do Estado. Estes corredores são essenciais para o transporte da produção, entretanto, o Rio Grande do Sul, não tem como base de sua economia somente a produção agropecuária, mas também o turismo, pois se não há infra-estrutura nas rodovias o turismo e outros setores não se desenvolvem completamente.


BENEFÍCIOS TRAZIDOS PELA INTERCONEXÃO

Segundo o Manual de Procedimentos Ambientais do DAER, item 1.1.3:
“Os Empreendimentos Rodoviários de Melhoria correspondem a um conjunto de serviços necessários numa rodovia já implantada para adequá-la às condições exigidas pelo tráfego causando uma ocupação de espaços virgens, compreendendo, basicamente, serviços como descritos a seguir: pavimentação de pistas de terra; ampliação das obras de arte correntes e drenagem existente, alteração de interseções e de acessos, alteração nas travessias urbanas, correções geométricas em planta, perfil e seção transversal, introdução de faixas adicionais, ampliação de obras de arte especiais, reformulação e/ ou implantação de postos de polícia, postos de pesagem, postos fiscais e outras instalações públicas necessárias”.
Como esta interconexão é um empreendimento de melhoria, ela deve conter todos estes serviços, conforme suas necessidades.
Os benefícios trazidos geram em torno dos aspectos econômicos e sociais.
O acesso passa por uma região rural, pouco habitada, sendo em sua maioria fazendas, sítios e estabelecimentos agropecuários. Ao atravessar esta região ela trará futuramente desenvolvimento econômico, pois a produção de hortifrutigranjeiros terá um escoamento facilitado, tendo taxas menores de transporte. Surgirão estabelecimentos comerciais, como lancherias e artesanatos, placas de propagandas, onde o proprietário da terra locada terá um bom ressarcimento, aproximadamente R$ 450,00 por placa, gerando mais renda para aplicar em mais negócios, tendo também valorização imobiliária, como já ocorre, pois antes o hectare tinha um valor aproximado de R$ 10.000,00, atualmente se encontram próximos a R$ 20.000,00.
A Infra-estrutura de rodovias e transportes é um dos elementos básicos nos processos de desenvolvimento econômico.
O turismo em Osório é pouco desenvolvido e divulgado, com este acesso, surgem novos pontos turísticos e se reforçam outros já existentes, como a Lagoa dos Barros e também o Parque Eólico, já que a rodovia passa por dentro deste e as margens da lagoa. Foi construído um paradouro, para que motoristas e turistas estacionem para observar a paisagem no Parque Eólico, tendo bancos com futuras sombras, já que foram plantados alguns pés de árvore. Ainda falta infra-estrutura no local, pois os paradouros deverão ser dotados, no mínimo, de área de estacionamento compatível com a respectiva demanda, instalações sanitárias, água potável, coletores de lixo, praças com bancos e arborização.
Para a população que mora na RSC 101, a obra ajudou muito no dia-a-dia, pois antes, quando a rodovia não era pavimentada os ônibus não passavam por ali, atolavam ou estragavam, devido às más condições da estrada, fazendo com que a população se deslocasse até a rótula da RS 389 com a RSC 101 para pegar ônibus, atualmente com a pavimentação, os ônibus escolares passam diariamente, podendo ter assim rotas de transporte coletivo futuramente.
O Litoral norte do Rio Grande do Sul é um grande atrativo no verão, pois recebe veranistas de todo Estado, principalmente da Região Metropolitana e Serrana. Esta demanda da população para o litoral é muito grande, aumentando consideravelmente o número de habitantes por metros quadrados (hab/m²), fazendo com que surjam engarrafamentos nas cidades e rodovias, principalmente no retorno para suas residências, pois as rodovias não comportam todo o fluxo de veículos, surgindo assim grandes engarrafamentos, como no município de Osório onde há confluência de rodovias, RS 389 (Estrada do Mar) com a RS 030, que logo se encontra com a BR 290 (Freeway). Este engarrafamento gera transtornos para os moradores do bairro Parque Real e Pererecas, que em fins de semanas e feriados em época de veraneio se vêem presos a seus bairros, pois não conseguem atravessar a RS 030, para irem para outros do município como o Centro. Agora com o acesso é possível transitar ente os bairros, tendo o fluxo de veículos diminuído, pois atualmente há dois acessos para a freeway.
A Secretária do Meio Ambiente da Prefeitura de Osório Leda Famer, afirma que este acesso será muito bom, pois o fluxo de veículos não vai mais gerar engarrafamentos, como também não entrará mais dentro da cidade gerando acidentes, além de facilitar para os moradores do Bairro Parque Real, que transitam muito entre a RS 030 e outros bairros de Osório. Em relação aos comércios estabelecidos na RS 030, ela acredita que não haverá diminuição de clientes, pois quem passava ali vai continuar passando, para pegar a Freeway ou a RS 030. Estes estabelecimentos comerciais podem se relocarem também, já que nesta interconexão não há comércios. Ao ser perguntada pelo pedágio, relatou que futuramente pode sair um pedágio, mas não vai ser devido ao acesso, porque no projeto não havia nada que fizesse referencia a ele, até porque a Prefeitura tem que autorizar e tem que ter o licenciamento dos órgãos como o DNIT (Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte). Na questão ambiental, como este acesso é apenas um processo de melhoria, teve licenciamento da FEPAM apenas para as margens, pois a estrada de ligação já existia, ela apenas sofreu um processo de melhoramento, então não há necessidade de haver um licenciamento ambiental mais completo, conforme afirma a Secretária “não teve licenciamento ambiental porque era apenas uma melhoria, então não vejo impacto maior, não vejo impacto ambiental nenhum nesse acesso, até porque aquela área não é uma região de APP (Área de Proteção Ambiental)”.
O Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) entende como impactos as reações da natureza perante a introdução de elementos estranhos no ecossistema considerado, resultando em modificações na estrutura do ambiente preexistente. Pode-se dizer que na construção do acesso não houve um impacto, já que o ambiente preexistente não foi muito modificado, teve apenas desmatamento nas margens e o corte de uma figueira que teve o licenciamento ambiental necessário.
O radialista da Rádio Osório Pedro Farias, diz que este acesso tecnicamente ele é perfeito, pois os veículos da RS 030 que vinham de Tramandaí, se aglomeravam junto com os que vinham da Estrada do Mar, em uma só estrada, gerando um caos. Também há a possibilidade de desenvolvimento em uma outra região, que é por onde o acesso passa, que é uma área de campo, pois as terras vão ficar mais valorizadas, como já esta ocorrendo. Ele fala que “único problema é que vai tirar os automóveis de dentro da cidade e vai colocar os automóveis saindo direto na Freeway (...) então se perde por um lado e se ganha pelo outro”.
Com os engarrafamentos, à volta para casa dos veranistas que durava aproximadamente 1 hora até a Região Metropolitana, podia durar até 3 horas ou mais, fazendo com que eles se programassem para deixar o Litoral mais cedo ou no dia seguinte, prejudicando suas vidas sociais, atrasando compromissos, gerando afobação e tendo acidentes ou problemas mecânicos nos veículos no “para e arranca”. Com a interconexão, os engarrafamentos não deverão mais ocorrer, pois agora há duas possibilidades de acesso, dividindo o fluxo de veículos, como já citado anteriormente.
Foto 10 Governadora Yeda Crusius na inauguração da InterconexãoSegundo o Presidente do Consórcio Univias e Engenheiro Mario Roberto Amorim Baltavo “O objetivo desta obra é facilitar, dar fluidez, ao tráfico do retorno do litoral dos nossos veranistas que tanto penam quando tem que retornar para suas casas após o fim de semana, os finais de veraneio, ela pretende facilitar o retorno dos nossos veranistas”, e conforme a Governadora Yeda Crusius, “Esta obra é para o litoral”, “Estamos trazendo um benefício para toda a região”. Quando o presidente da Univias e a Governadora dizem isto, pode-se observar que esta obra trará benefícios para uma grande parcela da população, tanto a do Litoral, quanto à da Região Metropolitana e Serrana.
Quando ocorriam estes engarrafamentos na Estrada do Mar devido ao encontro com a RS 030, uma grande quantidade de veículos passava por dentro do município de Osório, para sair diretamente na RS 030 ou BR 101 que se liga com a BR 290 (Freeway). Estes veículos, muitas vezes não paravam nas ruas principais, gerando acidentes por não conhecerem o trânsito da cidade, como também engarrafamentos, prejudicando a circulação dos osorienses. Tendo a interconexão, não será mais necessária a entrada dos veículos que se encontram no engarrafamento, sendo que eles não deverão ocorrer mais.
Não há motivos para os motoristas não irem pelo novo acesso, pois ele contém a mesma distância que o acesso a Freeway pela RS 030.
Com a interconexão a cidade de Osório, reforça sua condição de Centro Rodoviário, melhorando seus fluxos rodoviários como também sua infra-estrutura, tendo ainda futuramente ligação com o Litoral Sul do Estado, onde esta ocorrendo uma obra de melhoria que é a continuação da BR 101, que vai até São José do Norte.
Ao analisar os aspectos positivos observa-se que a estrada leva desenvolvimento por onde passa, ocorre a facilidade na locomoção de produtos Hortifrutigranjeiros produzidos na região onde foi feito à obra de melhoria. Com a obra, a RSC 101, passou a ter rota de transporte público, como ônibus escolares, já que antes a estrada não era transitável, principalmente em dias de chuva. O turismo começa a se desenvolver, pois a estrada que sofreu as obras de melhorias passa por paisagens turísticas, como o Parque Eólico e Lagoa dos Barros, tendo Paradouros para observação. Há Valorização de Terras rurais e aluguéis de terras para expor placas de propagandas. O trânsito na RS 030, que impedia que a população moradora do Bairro Parque Real e Pererecas atravessasse a rodovia em fins de semana e feriados no veraneio, não fica mais congestionado. O município de Osório é um dos maiores Centros Rodoviários do Estado, tendo a BR 101, RSC 101, BR 290, RS 030, RS 389 e futuramente terá a ligação com o Litoral Sul, via São José do Norte, pela BR 101, que está em fase de conclusão. Haverá menos transtornos na volta a casa dos veranistas e logo da população do Litoral, devendo diminuir os congestionamentos e os acidentes;


PROBLEMAS TRAZIDOS PELA INTERCONEXÃO


Os problemas se focam nos aspectos econômicos, sociais e ambientais.
Um dos problemas principais é relacionado aos estabelecimentos comerciais que se encontram as margens da RS 030, que vêem esta interconexão como um fator problemático, pois ela dividirá o fluxo de veículos, trazendo diminuição no número de clientes, que se multiplica no verão, principalmente quando ocorrem os engarrafamentos, pois os veranistas costumam parar nestes estabelecimentos para lanchar e descansar antes de voltar para a estrada. Com a diminuição de clientes, ocorrerá a diminuição de funcionários, devido à queda nas vendas, que atingirá indiretamente a economia do município.
Foram realizadas conversas com os comerciantes que se localizam as margens do antigo acesso a Freeway, um deles foi a Senhora Marli Andrade, que diz que pretende fechar o estabelecimento, que é uma tenda de artesanatos denominado Artesanato Osóriense, mas diz que há anos já vem sentindo a queda no movimento e agora com o acesso vai diminuir mais ainda, entretanto acha que vai ser melhor para a população de Osório, e principalmente para os moradores dos bairros que ficam do outro lado da RS 030, que com o acesso vão poder atravessar para o outro lado da estrada.
O comerciante Eliseu Oliveira de Andrade, proprietário do Artesanato Freeway, esta decidido a fechar, pois afirma que devido ao novo acesso o seu movimento de clientes irá diminuir 50%, e ainda explica que quando a BR 101 for concluída o movimento diminuirá mais ainda. O Senhor Eliseu disse que há anos vem sentindo a diminuição no movimento, pois antes ele vendia um caminhão de mercadorias em um mês e atualmente vende uma caminhonete em um ano. Ele vai fechar o estabelecimento porque já tinha essa idéia, mas agora com o novo acesso ele teve a influencia que não precisava.
Na RS 030 há estabelecimentos de grande porte, como os Doces Maquiné, que gera muitos empregos no município de Osório, principalmente no verão devido aos veranistas, e que atualmente vem construindo mais uma filial no BR 101 com 2.100 m² de área construída, mais de R$ 3 milhões em construção, sendo que possui a matriz na RS 030 e outra filial no antigo acesso a Freeway. Em conversa com o Gerente Tiago, ele afirma que a empresa sentirá este impacto, pois com o acesso irão perder um número x de veículos, logo perderão um número x de clientes, que são muitos importantes, pois este dinheiro que entra no comércio é de fora, e se ele diminuir, segundo o Gerente Tiago “a gente vai
Foto 11 Doces Maquiné na RS 030perder bastante dinheiro, pois perde os Doces Maquiné, perde Osório, perde 10 famílias, perde todo mundo”. Ele acha que não teria a necessidade de construir este acesso agora, pois a BR 101 esta sendo construída, e com certeza ela irá desafogar o trânsito naturalmente, apesar de que quando a BR 101 for concluída ela também prejudicara a RS 030 e RS 389, pois o fluxo de veículos se dividirá novamente. O movimento que vem para o litoral não será perdido, pois continuarão a entrar em Osório pela Freeway e RS 030, mas na volta, ou seja, no Domingo, é que o fluxo se dividirá, e ocorrerá alguma perda. Em relação à mão-de-obra do comércio, o gerente afirma que haverá redução, porque o impacto é direto. Ele termina a conversa concluindo que a interconexão será muito prejudicial a eles, e que esta melhoria no acesso, foi dinheiro público jogado fora, pois deviam esperar a BR 101 ser concluída.
Como já foi citado neste relatório, nos aspectos positivos, quando a Governadora Yeda Crusius fala que esta é uma obra para o litoral e que vai ser um benefício para toda a região, ela esta correta, pois trará muitos benefícios para muitas pessoas, mas não para toda a população relacionada, pois quando ela diz que “Esta magnífica alça que não vai atrapalhar ninguém e vai ajudar todo mundo”, ela comete um equivoco, pois esta alça, ou anel viário, já trouxe problemas para os moradores do Bairro Laranjeiras, que será descrito logo abaixo.
Ao conversar com a população que mora no Bairro Laranjeiras, foi observado que são contra este acesso, devido a vários fatores, como o Senhor Vilson Pires salientou, que este acesso não trará benefício nenhum, pois ele acha que foi mal projetado e construído, e além disso, não irá atender a necessidade para que foi proposto. Ele fala que “O acesso foi mal projetado (em minha opinião), é sem sombra de dúvidas muito estreito, com uma curva que o motorista tem que reduzir a velocidade no mínimo a 40km/h, ou seja, com a redução total de velocidade não se terá o fluxo desejado para desafogar”. Ele afirma que já houve acidentes também. Mas o maior problema do Senhor Vilson Pires devido ao acesso, começou nos dias 3, 4 e 5 de Maio de 2008, quando houve uma grande quantidade de chuva, que acumulou muita água entre as moradias e a obra, e os muros de três residências foram derrubados. Desde então ele vem buscando ressarcimento, como indenizações junto ao DAER, sendo que algumas já foram reconhecidas. Em relação ao meio ambiente, ele comenta que a construtora não deveria, como também não tinha necessidade de desmatar toda a área que divide a estrada com as residências, e no lugar das árvores patrolaram e fizeram um valo, que segundo ele leva a água para lugar nenhum, além disso, provoca mal-cheiro e ajuda na proliferação de mosquitos. Ao fim da entrevista o Senhor Vilson fala que “Assim foi finalizada a tão afamada obra, feita a toque de caixa, dentro do município de Osório, a qual venho lutando, como já comentei, junto ao DAER para o ressarcimento de prejuízos, principalmente morais”.
Em uma conversa com outro morador do Bairro Laranjeiras, o Senhor Benhur, ele disse que na sua opinião o acesso vai ser muito bom, mas para os veranistas, porque o que preocupa ele é como vai ficar a estrutura do bairro, pois não tem uma rua lateral, escoamento de água, a rótula foi construída grande demais, tanto que tiraram uma figueira, que não tinha necessidade. Ele acrescentou que no verão não deverá ser muito bom, devido ao movimento de veículos, que irá aumentar e junto à probabilidade de acidentes, principalmente com os moradores e também os ruídos dos veículos. Conforme o manual de procedimentos ambientais do DAER, são considerados impactos ambientais possíveis, os danos à saúde da população por emissões aéreas, por ruídos, por danos as casas, como ocorreu com algumas que já foram citadas nesta monografia, e também, o perigo de acidentes com a população local.
Devido à reclamação dos moradores, principalmente a do senhor Vilson Pires, foi realizado contato com o DAER, que se prontificou a dar esclarecimentos, e esta conversa foi feita com o Engenheiro César José Pereira Garcia, que é um dos coordenadores do DAER 16º distrito operacional, que é localizado em Osório. Ele afirma que este acesso só vai trazer benefícios e não prejuízos, pois vai descongestionar o acesso a Freeway, e o DAER acredita que não ocorrerá mais os grandes congestionamentos, e que este acesso é a variante para melhorar o tráfego dos automóveis.
Em relação aos prejuízos que alguns moradores tiveram, como as quedas dos muros de suas residências, o Engenheiro e Coordenador do DAER afirma que a Metrovias já tomou as devidas providencias para resolver o problema, já estão sendo feitas as indenizações, até porque consta no Manual de procedimentos ambientais do DAER o seguinte: “Pagamentos de indenização: a perda e/ ou danos a áreas ou bens materiais devido à execução de obras rodoviárias deverão ser indenizados de forma adequada através de negociações entre o DAER/RS, o Município e o proprietário”. O Engenheiro e Coordenador conta que a queda dos muros, não foi tanto por causa da construção do acesso, foi mais por uma enxurrada forte que ocorreu. O valo que há nas laterais do anel viário é uma drenagem natural, que se liga a um outro bueiro, e o que os moradores querem é que ele seja coberto com tubos e aterrados, mais isso faria com que a obra saísse com um valor mais alto, então foi feito esta drenagem natural a céu aberto e colocada uma cerca em sua volta para que não ocorram acidentes, pois segundo os moradores, eles reivindicavam este fechamento devido a preocupação com as crianças que brincavam na área.
Observando os aspectos negativos se conclui que o acesso prejudicará os estabelecimentos comerciais que se localizam as margens da RS 030, devido à diminuição do fluxo de veículos no veraneio e trará incomodo para a população que se localizam ao redor da rótula no Bairro Laranjeiras, devido ao aumento do fluxo de veículos, que poderá trazer acidentes, poluição sonora, da água e do ar;


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ao fim desta monografia, pode-se dizer que a interconexão trouxe mais benefícios do que problemas ao município de Osório, pois irá desenvolver uma área ainda considerada rural, mas com grande potencial turístico, pois antes da construção do acesso não tinha estimado valor, como tem após a conclusão do empreendimento de melhoria da rodovia. Também se acredita que a interconexão irá atingir o seu objetivo, que é o de desafogar o trânsito em épocas de veraneio, na RS 030 com a RS 389.
Os problemas referentes aos moradores do Bairro Laranjeiras, segundo o Engenheiro e Coordenador do DAER e os próprios moradores, já estão sendo resolvidos, ficando apenas os problemas dos comerciantes que se localizam as margens da RS 030, tendo que se ajustarem às modificações do fluxo de clientes que com certeza irá diminuir, mas não será um impacto grande, visto que no acesso poderão surgir muito mais estabelecimentos comerciais, levando desenvolvimento para aquela região e logo para a cidade de Osório. Claro que o município não quer que ocorra problema nos comércios devido ao acesso, mas também é necessário observar o que mais vai trazer benefícios do que problemas e prejuízos.
Sendo assim, cabe ao osorienses se adaptar as mudanças e utilizá-las para seus benefícios, sabendo aproveitar o acesso para trazer e fazer o desenvolvimento no município de Osório.


BIBLIOGRAFIA

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BRENNER, Salathiel e VLACH, Vânia. Transportes e Telecomunicações. Viagem pela Geografia. São Paulo: Ática, 1999.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2007.

IBGE. Geografia do Brasil: Região Sul. Rio de Janeiro: SERGRAF, 1977.

Projeto RS-2010: Realizando o futuro. Infra-Estrutura. Governo do Estado do Rio Grande do Sul. FEE. FAPERGS e Metroplan. RS: Edelbra: 1998

RAMOS, Luci Carriço. Transamazônica: Um projeto de Estudo. MEC-INEP-CBPE. Rio de Janeiro: Vozes Litda, 1973.

VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara. Transporte Urbano em Países em Desenvolvimento: reflexões e propostas . 3ª edição. São Paulo: Annablume, 2000.


Sites

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Acesso em: 06/10/08

Acesso em: 06/10/08

Acesso em: 06/10/08

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O Blog como auxilio na educação.

Em sala de aula é preciso inovar a cada dia, para que os alunos se interessem pela matéria, indo além, buscando mais informações na internet sobre o assunto da aula, pesquisando e construindo conceitos. O Blog é um grande auxílio nesta area, pois ele fará com que os alunos se interessem pela pesquisa, pelo saber, pelo conhecimento, e ele fará isto com muito interesse, pois a internet cativa os alunos, abre as portas para o mundo.
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